quinta-feira, outubro 27, 2005

O gajo está mesmo ao meu lado...

Tenho um trabalho banal. Simples. Não consigo arranjar maneira de evoluir e, pelo contrário, sinto que o meu tempo está a passar...
Dou por mim a pensar o que estou para aqui a fazer e são poucas as razões que me fazem ficar. Desde logo o facto de ser um comodista hipócrita comó caraças que não arrisca nada na vida nem que isso signifique uma melhoria substancial. Segundo, porque bebo e não me sinto capaz de desempenhar funções mais complicadas. Terceiro, porque sou viciado no jogo.
Mas nem tudo são alegrias.
Saibam então o que me faz aguentar este relativo "inferno"... nada mais, nada menos que essa bela instituição, tão importante e bonita, mas à qual não damos a devida relevância: "os colegas de trabalho"...
Já trabalhei com 20, 25 pessoas num trabalho que me preenchia...que me dava pica...mas tinha poucos intervalos para a galhofa e para a reinação...tudo bem, sempre podia dar um pulinho às bombas de gasolina comprar umas latinhas de Sagres a meio da noite... podia fazer corridas de porta-paletes, empilhadores, carrinhos de compras do Continente, dormir em cima de paletes a 5 metros do chão...
Mas... o que é isso? O que é isso quando podemos ter UMA pessoa à nossa disposição 8 horas por dia? Uma pessoa à qual podemos dizer tudo o que nos vem à cabeça quer seja dos problemas com a gaja, com o carro, com o Belenenses, com....a vida sei lá...
Costumo dizer que prefiro as pessoas que odeio às pessoas que me são indiferentes... o meu colega, não podia ser mais diferente de mim. Discussão, ameaças e gritaria não faltam no nosso escritório e nem sempre é na brincadeira, acreditem.
É linda a maneira como ele atura as minhas birras com o trabalho, como discuto os preços na pastelaria, quando mando um berro a meio da manhã para lhe contar o sonho que tive na noite passada.
É dum calculismo profissional a maneira como eu lhe manipulo as emoções... perguntas idiotas sobre o trabalho, imitações de doentes com Parkinson ou Trissomia 21 ou frases-chave que lhe digo que lhe alteram momentaneamente o estado psicológico...e se não cair à primeira, é tudo uma questão de repetição...geralmente 10 vezes bastam..
O meu melhor amigo é aquele a quem levo o almoçinho caseiro à segunda-feira, que ouve os meus ruidos esquisitos quando venho da casa de banho, me paga um café de vez em quando, que passa vergonhas quando vai comigo a andar na rua e olho para todas as gajas, que se acomoda e assimila os meus gostos musicais, é o gajo que me troca as teclas do computador, que insiste para eu tomar banho, que goza comigo quando me visto todo de branco, que me fala da Mercedes todo o santo dia...
Neste momento passo mais tempo com ele do que com os meus pais ou com a namorada... discutimos, rimos, choramos a rir, falamos (mal) de tudo, ele diz que não quando o peço em namoro...Há licensiados a quem teria de pagar fortunas por hora para ter este tipo de relação e no entanto este gajo está sempre ali...mesmo ao meu lado...

Começo a dar-lhe mais valor.

Venho então prestar a minha homenagem ao homem que me atura todos os dias, Miguel.

P.S. para os meus restante colegas de trabalho, um bem haja! Não me esqueço de voçês!!

Mais um Post parvo

É pá…mas é que eu estou mesmo lixado, então não é que apanhei uma molha como já não apanhava desde que era puto e me ia por á chuva de propósito (coisas de gente parva…miúdo e tal, não sabia bem o que fazia) mas hoje descobri que já não acho assim tanta piada a ficar todo encharcado. Até porque agora depois de ter lavado a roupa a frio e vestida não tive um pijama quentinho e uma chávena de leite morninho com cacau á espera…mas sim uma secretária com um computador e muito muito muito muito trabalho L…mas tb não estou aqui para me queixar (sim, pq eu não me estou a queixar, embora possa parecer o contrário!!!)

E já agora, para tornar este Post um pouco mais parvo ainda, quero dizer só mais uma coisinha. Um amigo meu, dos com quem eu me recuso a ir ao cinema, arranjou-me uma música muita fixe, chama-se “The Love Song”, e é do Álbum “Joyful Rebellion”, do grupo “K-os”. Conhecem??? Eu ajudo, o novo anúncio da Bodafone (está mal escrito de propósito, é para não estar aqui a fazer publicidade gratuita) aquele do insecto com a esperança de vida de 1 dia, é a música desse anuncio…não estão a ver??? Então vejam o anúncio, pq eu até punha a música aqui no Blog, mas infelizmente não estou com muito tempo disponível, isso e ainda o facto de existir uma pequena falha nos meus conhecimentos informáticos que estão a impedir-me de o fazer, mas só quero mesmo dizer que ontem ouvi esta música 27 vezes (pelo menos era que constava no contador do Média Player) e que hoje já vai nas 33…pois é...sim, eu sei... eu sei que sou parvo!!!

sábado, outubro 22, 2005

O Aviso no WC

Sábado,

vim trabalhar para um sitio diferente a fim de ajudar colegas que estão cheios de trabalho, tenho vontade de urinar, entro na casa de banho e vejo cerca de 6 papéis com o seguinte aviso...
"É FAVOR NÃO ESCARRAR PARA A PAREDE"

não sei o que comentar... ainda estou em choque.

sexta-feira, outubro 21, 2005

Certo dia...

"" Lisboa, 15h30m

Tenho um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada e uma cagada não aliviasse. Mas, atrasado para apanhar o autocarro que me levaria para o aeroporto, do outro lado da cidade, de onde partiria o voo para Estocolmo, resolvi segurar as pontas, "afinal de contas, são só uns 15 minutos de viagem.
Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar uma mija tranquilo".
O avião só sairia as 16h30m.
Entrando no autocarro, sem sanitários, senti a primeira contracção e tomei consciência de que a minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no wc do aeroporto.
Virei-me para o meu amigo que me acompanhava e, subtilmente, disse-lhe:
"Fogo, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar a farinheira." Nesse momento, senti o cagalhão a alargar-me a brodas do cú, beliscando as minhas cuecas, mas pus a força de vontade a trabalhar e segurei a onda. O autocarro nem tinha começado a andar quando para meu desespero, uma voz disse pelo altifalante:
"Senhoras e senhores, devido ao muito trânsito, a nossa viagem até ao
aeroporto levará cerca de 1 hora".
Aí o cagalhão ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o comboio de merda que estava para chegar na estação anus a qualquer momento.
Suava em bicas.
O meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para gozar comigo.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que, pelo menos por enquanto, as coisas tinham-se acomodado por ali. uma onda de frescura rectal inundou o autocarro.
Tentava-me distrair vendo a paisagem mas só conseguia pensar numa casa de banho, não numa igual à dos sanitários públicos, mas uma com uma sanita, tão branca e tão limpa que alguém poderia pôr o seu almoço nela.
E o papel higiénico então: era branco e macio e com textura e perfume e...oops! Senti um volume almofadado entre o meu traseiro e o assento do autocarro e percebi consternado que havia cagado.
Um cocó sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.
Daqueles que dá vontade de ligar para os amigos e parentes e convidá-los a apreciar, na sanita, tão perfeita obra: daria até para a expor no CCB!
Mas, sem dúvida, não neste caso. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei-lhe de modo muito sério:
"Olha, caguei- me."
Quando o meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a ficar no centro da cidade, escala que o autocarro faria pelo meio da viagem, e que me limpasse em algum lugar. Mas resolvi que ia seguir viagem, pois agora estava tudo sob controlo.
"Que se lixe, limpo-me no aeroporto," - pensei - "pior do que como estou não fico". Mal o autocarro entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar, e sem muita cerimónia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e lambuzando o cu, cuecas, barra da camisa, pernas, calças, meias e pés. Logo a seguir, mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fofo do freguês ao sair rumo à liberdade.
E, no instante seguinte, um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar...
afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte foi do tipo que pesa e eu caguei-me pela quarta vez.
Lembrei-me de um amigo que, certa vez, estava com tanta caganeira que resolveu pôr um penso higiénico nas cuecas, mas colocou-o com as linhas adesivas viradas para cima e, quando quis tirá-lo, levou metade dos pêlos do rabo junto.
Mas era tarde demais para tal artifício absorvente.
Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia ajudar-me a limpar a sujeira. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse a minha mala na bagageira do autocarro e a levasse aos sanitários do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri para a casa de banho e entrando de porta em porta, constatei a falta de papel higiénico em todas as cinco portas.
Olhei para cima e blasfemei:
"Agora chega, Pá?!"
Entrei na última porta, mesmo sem papel, e tirei a roupa toda para analisar a minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela mala da salvação, com roupas limpinhas e cheirosas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia. Entretanto, o meu amigo entrou na casa de banho cheio de pressa... já tinha feito o "check- in" e disse-me que tinha que ir
depressa avisar o voo para esperarem por nós.
Mandou por cima da porta o cartão de embarque e a minha maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha-se enganado na mala que eu aguardava e já tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pullover de lã com gola em bico.
A temperatura em Lisboa nesta altura era de aproximadamente 37 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais das minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.
As minhas cuecas, mandei- as para o lixo.
A camisa era história.
As calças estavam deploráveis, assim como as minhas meias, que mudaram de cor tingidas pela merda.
Aos meus sapatos dava-lhes nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar.
A invenção é filha da necessidade, então transformei uma simples casa de banho pública numa magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água.
Comecei a dar ao autoclismo até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar.
Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direcção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, calças vestidas do avesso e molhadas da cintura até ao joelho (não exactamente limpas) e o pullover de gola em bico sem camisa.
Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam à espera do "rapaz que estava na casa de banho" e atravessei todo o corredor até ao meu assento ao lado do meu amigo que sorria.
A hospedeira aproximou-se e perguntou-me se precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir uma gilette para cortar os pulsos ou 130 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não as pedir... e respondi-lhe com uma esforçada cara angélica:
"Nada, obrigado... eu só queria mesmo era esquecer este dia de MERDA!"
Até na dor e na vergonha é preciso ter estilo.""

quinta-feira, outubro 20, 2005

O Maravilhoso mundo do Futebol

Ora aqui estou eu de volta aos posts, e prometo que voltarei em força, mas e passando já para o assunto deste post, que é o futebol, os homens em geral adoram futebol, vibram mesmo com a “coisa” pois bem, eu não fujo à regra, mas tenho uma pequena diferença da maioria, é que eu não ligo nenhuma ao jogo em si, (com a excepção de quando faço uma aposta no bet and win) pois a mim o que me faz vibrar, delirar por completo, são nada mais nada menos que os adeptos, acho de facto fabuloso, que existam adeptos como os que temos no futebol, é de louvar, senão vejam bem, no ultimo jogo do Sporting, os adeptos levaram lençóis para um jogo de futebol, e não, não foi para lá poderem pernoitar, nem para se agasalharem do frio, foi para nada mais nada menos, demonstrarem a um individuo que está no banco que não o querem lá, epá… mas que raio está na cabeça destas pessoas? Lençóis!!! Mas será que o velho lenço não chega? Eu imagino, o homem prestes a sair de casa e nisto, vira-se para a mulher dele e diz algo do género – Ó amor, onde tens os lençóis guardados? Ao que a mulher desconfiada lhe responde – Mas para que queres tu os lençóis? Não me digas que após 25 anos de casamento, agora queres começar a fazer a cama!? – Está calada mulher, não vês que vou à bola? – Responde o marido. Se a moda começa a pegar, qualquer dia aquelas pessoas que estão a porta dos estádios a vender cachecóis e bandeiras, vão ter de andar com lençóis atrás também! Agora eu pergunto-me… mas se não estão contentes então porque raio é que vão lá ao estádio? Só para poderem mostrar o lençol novo que a sogra lhes deu no natal passado? E será que existe medida oficial, é que o tamanho de um lenço é universal, agora de um lençol.. pode ser de casal, pode ser de solteiro, pode ser de pessoa e meia, pode ser da cama do bebé! A meu ver os treinadores de futebol, deviam receber um subsidio de risco, pois é sem duvida alguma a profissão mais perigosa que eu conheço, muito mais, que andar a caçar tubarões apenas com uma faca do mato, um dedo a deitar sangue e sem qualquer rede protectora. Adoro também quando os adeptos vão esperar as equipas ao aeroporto, para lhes insultar, mas… SERÁ QUE VOÇÊS NÃO TRABALHAM? A sociedade devia de fundar uma nova AA, neste caso seria Adeptos Anónimos, pois de certeza que todos nós conhecemos um ou dois casos de pessoas que precisam de ajuda.

segunda-feira, outubro 17, 2005

Revoltado

Peço desculpa a todos pois este post está a ser escrito com a minha veia soviética a palpitar feita maluca, pois é estou a escrever isto com o meu mau feitio todo a vir ao de cima, estou mais revoltado que o Che ou o Fidel, e eis os motivos:

            - hoje é segunda

            - ainda estou a pensar no Slogan da senhora que é presidente de Câmara de Felgueiras – Sempre presente

            - ainda me lembro das primeiras palavras do senhor major quando se dirigiu á comunicação social após ser eleito – mas esta merda não funciona

            - dói-me o joelho que se farta, pq ontem armei-me em jogador de futebol e fiz um corte de carrinho, só que em vez de relva …

            - o meu Sporting …

            - a maquina das sandes estava vazia, estou ainda em jejum

            - está um tempo que mais parece sei lá o que

            - não me saiu o euro-milhões

 

Desabafei, e aproveito para aqui deixar um abraço para aquele que será o meu acessor de imagem caso eu venha a ser eleito nas próximas legislativas!

sexta-feira, outubro 14, 2005

Ignorância

Passou um gajo (para não lhe chamar outra coisa) agora aqui por mim a falar com outro e a dizer-lhe que no fim-de-semana passado tinha ido para o campo mais a família e que tinha tirado umas fotos engraçadas e uma delas a um pato que ia a voar.

E isto agora das duas uma, ou o outro é muita estúpido e acredita ou então não sei, é que toda a gente sabe que os patos não voam…ora querem ver agora. Patos a voarem!!!! Daqui a nada estão também a dizer que as galinhas é que não voam…pff…como se não fossem elas aves migratórias, que voam ou para… lá para o outro lado, aquele, o outro (tenho o nome agora aqui debaixo da língua, mas não quer sair) quando é a altura de voarem para lá.

É que por este andar, ainda se vão ouvir aberrações tipo os golfinhos e as baleias não serem peixes…iá, andam dentro de água e são o que? Aves???

Já parece o outro (que vocês se devem lembrar) que tb não sabe de onde vêm o pão…cambada de incultos é o que é!!!

Esta gentinha da cidade é mesmo burra?!?!

 

segunda-feira, outubro 10, 2005

Está decidido, vou entrar para a política!

Pois é, este Fim-de-semana que passou foi pródigo em exemplos de que para se ser um político de sucesso em Portugal não é preciso muito, basta:

- Saber falar bem (entenda-se falar bem como o uso de palavras consideradas caras), pois mesmo que 99,9% das pessoas não percebam o que se diz e 0,1% percebam e acham que não faz sentido nenhum, causa sempre boa impressão, e isso dá votos.

- Dar graxa aos eleitores, ou seja, dizer-lhes (apesar de ser mentira, sim, pq na politica mentir não é feio, mentir é prática comum…não me digam que não acreditam?!?!?!?) que se chegar-mos ao poder vamos só pensar neles e nas suas necessidades.

- Andar sempre com grandes multidões atrás de nós, nem que seja preciso pagar-lhes, temos é que dar a impressão de que arrastamos multidões, e isso ajuda a convencer os indecisos.

- Saber dizer mal das outras pessoas - candidatos, e se foram coisinhas muito más mesmo até podemos recorrer a folhetos anónimos, só para ninguém saber que fomos nós, pq na verdade o que interessa é difamar as outras pessoas.

- Condição imprescindível é a necessidade de termos processos judiciais a correr em tribunal contra nós (e se possível uma fuga á justiça para o estrangeiro). É que está visto que o eleitorado gosta dos coitadinhos…

Bom, e aproveito para vos dizer em primeira-mão que vou concorrer á próximas eleições legislativas, é verdade!!! E até já preparei um discurso de apresentação da minha candidatura, e vocês são os felizes privilegiados que vão ter acesso tb em primeira-mão ao mesmo:

“Caros cidadão, a execução deste projecto obriga-nos à análise das nossas opções de desenvolvimento no futuro. Por outro lado, a complexidade dos estudos efectuados cumpre um papel essencial na formação das nossas metas financeiras e administrativas.Assim mesmo, a expansão de nossa actividade exige a precisão e a definição dos conceitos de participação geral.Não podemos esquecer que, a actual estrutura da organização auxilia a preparação e a definição das atitudes e das atribuições da directoria.Do mesmo modo, o novo modelo estrutural aqui preconizado contribui para a correcta determinação das novas proposições.A prática mostra que, o desenvolvimento de formas distintas de actuação assume importantes posições na definição das opções básicas para o sucesso do nosso programa.Em suma, preciso do seu voto para encher os meus bolsos…perdão, o que eu queria dizer era que precisamos do seu voto para esvaziar os seus bolsos... peço desculpa, o que eu quero dizer é que mesmo de bolsos vazios (já alguém os esvaziou antes) vamos melhorar a nossa precária situação!!!”

Votavam em mim?

terça-feira, outubro 04, 2005

Maluco, eu?!?!?!

Virão dias melhores, paciência. Adoentado bocadito um estou porque ser deve, sair a está me (claro, parvo e) piada de bocadito um com post simples um nem já facto de, bem pois. Fazer consigo eu parvo post simples um nem já que e, vez de maluco fiquei eu que dizer vai e nada perceber vai não quem haver deve ainda mas, ser de deve como ler a estão já e isto conhecem já vós de alguns que certo de, parvo truque este a recorrer de tenho inspiração de falta á.